O QUE É A "VERDADE"?

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28 de fev de 2015

  • Brasil é o principal alvo dos EUA", diz jornalista americano


    Jornalista do The Guardian que obteve documentos de Edward Snowden promete revelar novas denúncias e assegura que o Brasil é o "grande alvo" dos EUA; entenda

    Glenn Greenwald guardian brasil espionagem
    Jornalista do “Guardian”, Glenn Greenwald garante que Brasil é o grande alvo dos EUA (Foto: Huffington Post)
    O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que revelou os documentos secretos obtidos por Edward Snowden, disse que o Brasil é o maior alvo das tentativas de espionagem dos Estados Unidos. “Não tenho dúvida de que o Brasil é o grande alvo dos Estados Unidos”, disse o jornalista, que promete trazer novas denúncias. “Vou publicar todos os documentos até o último documento que deva ser publicado. Estou trabalhando todo dia.”
    Greenwald revelou esta semana, em reportagem em conjunto com o programa “Fantástico”, da TV Globo, que o governo americano espionou inclusive os e-mails da presidente Dilma Rousseff e de seus assessores próximos.
    Snowden era técnico da NSA, a agência de segurança americana, e revelou ao jornal britânico “The Guardian”, onde Greenwald é colunista, o escândalo de espionagem norte-americano.

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    O governo brasileiro já cobrou uma resposta formal e por escrito à Casa Branca. Em nota, o Departamento de Estado americano disse na terça-feira (3) que “responderá pelos canais diplomáticos” aos questionamentos do Brasil. O departamento não comenta publicamente as denúncias, mas afirma que os EUA “sempre deixaram claro que reúnem inteligência estrangeira”. Para o jornalista, o Brasil tem de dar uma resposta “enérgica” e “menos vaga” aos EUA.
    Segundo Greenwald, o que motiva os EUA a espionar até mesmo aliados é o desejo por poder. “Todos os governos, na história, que quiseram controlar o mundo, controlar a população, usam a espionagem para fazer isso. Quando você sabe muito sobre o que outros líderes estão pensando, planejando, comunicando, você pode controlá-los muito mais porque você sempre sabe o que eles estão fazendo. O motivo é o poder. Sempre que os Estados Unidos estão fazendo espionagem, o poder deles aumenta muito. Além disso, o sistema brasileiro de telecomunicação, como é um alvo grande, um alvo forte, eles podem coletar dados de comunicações de muitos outros países. Por exemplo, se tem alguém na China que está mandando e-mails para alguém na Rússia, muitas vezes pode atravessar o sistema do Brasil. Na internet funciona assim. Então, para saber tudo o que eles querem fazer, coletam tudo o que for possível. Mas com certeza é para obter vantagens industriais e também por questões de segurança nacional.”
    “Não tenho dúvida de que o Brasil é o grande alvo dos Estados Unidos. Talvez tenham outros líderes que eles estão fazendo isso, mas é raro fazer isso com aliados, países amigos, como Brasil e México. Eles têm muito interesse no Brasil por várias razões. Acho que tem outros países, mas o Brasil é um dos principais”, completou.
    com UOL
  • 27 de fev de 2015

  • “A corrupção não é um problema público, é um problema privado enorme”



    Ricardo Semler: “A corrupção não é um problema público, é um problema privado enorme”
    Em entrevista, empresário tucano reafirma sua percepção de que “nunca se roubou tão pouco” no Brasil e estende a responsabilidade do problema para o setor privado. “Eu quero ver alguém vender pra uma grande montadora no Brasil sem dar propina para um diretor de compras”, questionou
    Por Redação
    “A corrupção é muito mais endêmica do que parece, não é um problema ‘só’ brasileiro. E não é um problema público, é um problema privado enorme”.
    A declaração é de Ricardo Semler, empresário filiado ao PSDB, em entrevista concedida ao programa Diálogos com Mário Sérgio Conti, exibida na noite desta quinta-feira (26) na Globo News. Em novembro de 2014, Semler já havia ido na contramão da cobertura noticiosa da mídia tradicional quando, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, afirmou que “nunca se roubou tão pouco no Brasil”, fazendo alusão a uma “santa hipocrisia” da elite em relação às denúncias na Petrobras. Agora, voltou à carga analisando a questão da corrupção no país e no mundo.
    Na entrevista, Semler falou a respeito da percepção que as pessoas em geral têm, de que a corrupção no Brasil alcança índices escandalosos, fazendo um paralelo com a visão sobre a violência. “Nunca se matou tão pouco. Se voltar pra Guerra Civil espanhola, [com] Franco são 21 milhões de pessoas; Segunda Guerra Mundial, Primeira Guerra Mundial, Guerra dos 30 Anos, Guerra dos Cem Anos… Nunca morreu tão pouca gente. No entanto, esse ‘atacado’ das grandes guerras está no ‘varejo’”, explica. “E a internet, a facilidade de comunicação, faz com que tudo fique óbvio e conhecido por todo o mundo”, pontua, fazendo a comparação: “Com a corrupção é a mesma coisa, ela era no ‘atacado’. Quando eu listasse pra você o xá do Irã, Idi Amin Dada, estou falando de 10, 15, 20 bilhões de dólares pra cada pessoa. Não estou defendendo, mas o que quero dizer é que agora estamos em um momento em que aparece muito [a corrupção] e que veio pro varejo, o que é um grande problema.”
    O empresário tenta dimensionar o problema da corrupção, afirmando não só que não se trata de um problema tipicamente brasileiro, como também não é novo. “Há 20 anos roubava-se um percentual sobre todos os barris de petróleo que vinham para o Brasil. Se fizesse uma investigação hoje, queria saber com as empreiteiras como foi a construção de Itaipu, Transamazônica, Brasília… Os números hoje são pequenos, mas não são defensáveis”, afirma, criticando a postura do PT no governo em seguida. “O PT enfiou os pés pelas mãos ao achar que precisava jogar o jogo do Brasil do jeito que se joga porque senão não tinha chance. É uma pena, porque o PT era a última esperança de vir alguém e dizer ‘não vou jogar desse jeito’. Mas não quer dizer que o roubo está aumentando, ele está no varejo, está na internet e então aparece ‘pra burro’.”
    Embora o foco da mídia de uma forma geral seja a ação de agentes públicos, Semler afirma que a corrupção é algo comum também no âmbito privado. “Quem olhar a iniciativa privada, porque se diz ‘isso é uma coisa pública, esses políticos, Brasília…’. Eu quero ver alguém vender pra uma grande montadora no Brasil sem dar propina para um diretor de compras, que é de uma empresa multinacional alemã, americana…. Não vende pra muitas delas. Propina pro comprador, negócio privado. Pra grandes redes de supermercado, vai lá e pede pra botar seu produto na gôndola mais perto. Vender prótese para hospital particular, os grandes nomes do Brasil, não vende sem corrupção”, diz.
    A circunscrição do problema também estaria equivocada já que, segundo o empresário, trata-se de um fenômeno global que atinge países como China, Rússia e Estados Unidos, ainda que de formas distintas. “No tempo Bush, Dick Cheney, Halliburton, 800 bilhões de dólares em armamentos comprados dos amigos… Agora, eles [EUA] estão no atacado, então você vai pra Miami, dirige, e o guarda de trânsito não te pede nada. Porque [a corrupção] é lá em cima, na hora que o cara vende armamento pra um país inteiro pra destruir o Afeganistão.”
    De acordo com Semler, a corrupção estaria relacionada com a desigualdade e a submissão das pessoas em relação ao poder do dinheiro. “Quando se pensa um pouco, de onde vem a corrupção? Do desejo de ter o dinheiro que é necessário para a pirâmide social. Hoje, se eu conseguisse convidar as 85 pessoas certas para um coquetel lá em casa, os 85 mais ricos do mundo, eu teria gente que tem mais patrimônio que 2,2 bilhões de pessoas no planeta. Há uma coisa profundamente errada nisso”, pondera. “Achamos que moramos em um mundo cada vez democrático, mas a verdade é que a gente vive em uma monarquia e somos todos súditos do ‘King Cash’, o ‘Rei Grana’. Agora, dinheiro é tudo, e se dinheiro é tudo, a corrupção tende a aumentar de forma capilar, no varejo. Por isso que digo que o valor que se rouba tenho certeza que é menor, mas tem muito mais gente interessada no seu quinhão desta corrupção.”
    Para Semler, este cenário só teria chance de ser alterado caso haja uma mudança na educação, que ainda é baseada em um modelo fordista segundo sua avaliação. “A resposta, pra mim, está no jardim de infância, infelizmente demora um pouco. O fato é que nós estamos em um sistema educacional – que estamos tentando melhorar, mas ele é ruim em qualquer lugar do mundo – baseado numa linha de montagem do Henry Ford em 1908 que diz ‘preciso passar um milhão de pessoas pela escola e fornecer para a indústria’”, argumenta. “Mas aquele emprego já acabou. Nós só tínhamos a cabeça pra manter a informação, hoje toda a informação está disponível em trinta segundos no Google, o que estamos fazendo treinando a cabeça das pessoas? Está na hora de, no jardim de infância, a gente parar pra pensar no que está certo, no que está errado, quais são as questões fundamentais de vida em sociedade, cidadania etc. É isso que vai resolver o problema da corrupção logo, logo, em trinta, quarenta, cinquenta anos. Não vai ser em dois meses.”

    Fonte: http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/02/ricardo-semler-corrupcao-nao-e-um-problema-publico-e-um-problema-privado-enorme/

  • Príncipes William e Harry descobrem que sua mãe, a princesa Diana foi assassinada por forças armadas britânicas


    A Polícia Metropolitana de Londres concluiu a sua inquirição em alegações de que a princesa Diana foi assassinada por um membro das forças armadas britânicas

    a Polícia Metropolitana confirmou em agosto que tinha começado uma investigação sobre alegações de que  Diana, Princesa de Gales fora assassinado por um membro das forças armadas britânicas, ninguém ficou mais surpreso do que os membros da família real.


    Detetives especializados haviam concluído a sua extraordinária teoria e em breve transmitirão suas descobertas para a família real e Mohamed Fayed, cujo filho Dodi morreu no acidente de carro em 1997 em que seu motorista, Henri Paul, também morreu.


    "O Serviço de Polícia Metropolitana tem como alvo a informação e está no processo de elaboração de conclusões, que será comunicada às famílias e interessados ​​em primeiro lugar, antes que qualquer comentário adicional possa ser feito", confirma um porta-voz da Polícia Metropolitana.

    Sir Bernard Hogan-Howe, oficial mais graduado do Met, aprovou a decisão de examinar as novas alegações e provas que foram passadas ​​para ele durante o verão.
    Prince William, Prince Harry and Prince Charles at Princess Diana's funeral

    As afirmações foram dadas à força pela Polícia Militar Real, após vir a tona durante o julgamento do sargento Danny Nightingale, o atirador SAS condenado por posse de armas ilegais. O dossiê foi dito para incluir uma alegação de que o SAS "estava por trás da morte da princesa Diana".

    Funcionários do Palácio de Buckingham não esperam a polícia para abrir um novo inquérito. "Não ouvi nada que sugira que há a evidência para justificar uma nova investigação", fala um cortesão, Mandrake .
    A "definição do âmbito" foi realizada por oficiais do comando do crime e operações especializadas, liderada por Det Ch Insp Phil Easton, um francês fluente, que havia trabalhado na Operação Paget, inquérito de vários milhões de libras que investigou as várias teorias da conspiração em torno das mortes. Resultados  da operação foram publicados em 2006.
    Cerca de 30 soldados veteranos, que estavam no SAS em 1997 e ainda estão com o regimento, dizem que foram entrevistados como parte do novo inquérito.
    Maj Gen Mark Carleton-Smith, o chefe das Forças Especiais, escreveu ao Príncipe de Gales para expressar seu pesar sobre o impacto que a investigação tinha causado a família real e, em particular, os príncipes William e Harry.
    As acusações foram feitas primeiro, há dois anos, em uma carta da mãe-de-lei de um soldado da SAS, conhecido apenas como Soldado N. Foi enviado para o chefe da SAS e descreveu uma série de casos de alegada violência doméstica pela SAS sargento. As questões internas foram investigadas, mas não as acusações de assassinato.
    Soldado N, cuja identidade não pode ser descoberta, juntou-se ao SAS quatro anos após Diana e Fayed terem sido mortos no acidente em Paris. Ele supostamente disse à esposa várias vezes como a limusine Mercedes bateu em um pilar no túnel Pont de L'Alma, nas margens do Rio Sena, quando um intenso feixe de luz cegou Paulo e que os membros do seu regimento estavam envolvidos.

    Soldado N teria sido entrevistado em sua casa por Det Ch Insp Easton. Sua ex-mulher foi questionada em agosto por dois detetives do Met. Ela teria dito a eles que ela acreditava firmemente que ele estava dizendo a verdade.
    A carta de sua mãe para o cabeça do SAS veio no momento da dissolução de seu casamento de 13 anos com Soldado N. Ela disse à polícia civil que mantinha uma granada de mãonna garagem da casa em Hereford que ele compartilhou com Nightingale.
    A casa geminada foi invadida e os oficiais apreenderam dois revólveres e centenas de cartuchos de munição nos quartos. Os dois homens foram processados ​​e Soldado N foi preso por dois anos em um ano passando a corte marcial. Nightingale inicialmente se declarou culpado e foi sentenciado a 18 meses.
    Isso poderia ter sido o fim da questão, mas para a cassação da convicção de Nightingale, depois de uma campanha liderada pelo The Sunday Telegraph .
    A carta veio à tona depois que ele foi considerado culpado por um tribunal militar, em julho, com Soldado N dando evidência crucial para a Coroa. A Polícia Militar Real entregou a carta a Policia Metropolitana e os seus conteúdos foram posteriormente tornados públicos.
    O inquérito de 2008 sobre as mortes da princesa e Dodi descartou quaisquer reclamações de assassinato feitas por Mohamed Fayed e teóricos da conspiração. Desde então, as reivindicações de homicídio continuaram a serem feitas, mas nunca tinha sido analisado pela polícia britânica.
    'SAS assassinou Diana por um raio de luz no rosto de seu motorista ": a reivindicação extraordinária dada pelo soldado das forças especiais, que deu aulas de condução avançada a William disse ser a razão para que a Policia Metropolitana reabra o caso. 
    Reivindicações feitas pela esposa do ex-soldado do SAS entrevistada pela Policia Metropolitana levaram a polícia a reabrir o caso 
    Dos indivíduos no círculo real interior mulher instruida pelo soldado para brilhar a luz no túnel de Paris para cegar o motorista de Diana e forçá-lo a falhar 
    Sobre o 'Soldado N' é dito ter sido revelado a teoria depois de ensinar o príncipe William como dirigir em 2008
    Investigação poderia desenterrar gravações de seus momentos finais após fonte de segurança revelar telefones que estavam sob escuta
    Um soldado da SAS alegou que a princesa Diana foi morta depois de um membro da unidade de elite brilhar uma luz no rosto de seu motorista fazendo com que ele deixasse de funcionar.
    O homem, conhecido apenas como Soldado N, diz-se que fez as acusações surpreendentes para a esposa depois de tomar o príncipe William em um curso de condução avançada em 2008. 
    Policia Metropolitana teria decidido rever o caso histórico 16 anos após a morte de Diana em um túnel de Paris, depois de entrevistar a mulher que insiste em dizer que seu ex-marido estava dizendo a verdade. 
    E em uma reviravolta dramática, a investigação poderia desenterrar gravações do acidente depois de especialistas em segurança revelarem hoje que o telefone de Diana estava grampeado.
    Entende-se que o recente desenvolvimento vem depois de a ex-mulher do soldado N dizer à polícia que no mês passado seu marido revelou o segredo, quando ele estava ensinando William como dirigir com colegas do SAS.
    "Nós estávamos falando sobre isso ... e eu disse que era triste que a mãe dele não estava lá para vê-lo.
    "Então, ele disse um dos caras foi o responsável pelo acidente, pela morte de Diana. Eu fiquei chocado. Eu acreditei no que ele disse ", o Sunday Mirror relatou. 
    Quando a mulher questionou o marido sobre sua teoria, ele teria dito a ela que o SAS vinha seguindo Diana e Dodi Al Fayed, que também morreu no acidente, e que uma luz brilhou no túnel de Paris antes de seu carro batido. 
    Quando ela lhe perguntou como alguém poderia fazer algo assim ele teria respondido: "É uma ordem, um trabalho é um trabalho." 
    A esposa teria reclamado e o marido lhe dissera que o 'hit' tinha sido instruído por pessoas no círculo interno real porque desaprovava o relacionamento de Diana com Fayed.
    A próxima pesquisa irá sondar reivindicações atuais de uma fonte-chave na indústria de segurança do Reino Unido que GCHQ foi remotamente gravando Diana e Dodi até o momento do acidente.
    A fonte disse ao Sunday Express que o casal polêmico tiveram seus telefones grampeados.
    Segue notícia confirmada por um inquérito francês de que as imagens de CCTV de horas finais de Diana, supostamente perdidas, foram realizadas em segredo.
    A fonte, que trabalhou em "operações negras", disse ao jornal: "Não há dúvida de que esta tecnologia foi utilizada em Diana e em todos ao seu redor, e por razões muito humanas era regularmente ouvida.'
    Ele acrescentou, porque ela era um alvo da inteligência privilegiada, os agentes da GCHQ queriam e tinham a capacidade de ouvir ao vivo as conversas dentro do carro, uma vez que fugiu do Ritz. 

    Diana, 36, Fayed, 42, e o motorista Henri Paul, 41, morreram no acidente, em 1997. O guarda-costas da princesa, Trevor Rees-Jones ficou gravemente ferido.

    Soldado N, um ex-atirador, disse à sua ex-mulher, que revelou a conversa para seus próprios mãe anos mais tarde, quando perguntado sobre quem possivelmente teria realizado o crime
    Crash: Conspiracy theories have long surrounded Diana's death in Paris in 1997 despite the official finding that it was an accident caused by paparazzi photographers 

    Bater: Teorias conspiratórias cercaram a morte de Diana em Paris, em 1997, apesar da constatação oficial de que era um acidente causado por paparazzi
    Ela alegou que um carro branco e motos foram envolvidos na trama, que recorreu aos serviços de um dos ex-colegas do soldado da SAS, N.
    O pai de Al Fayed, Mohammed Al Fayed sempre afirmou que mortes da dupla foi o resultado de um assassinato planejado pelas mãos de agencias britânicos do MI6, e afirma, igualmente, um Fiat branco estava envolvido no acidente, mas nunca foi rastreado. 
    A mulher e sua mãe teriam se reunido com os detetives no mês passado, incluindo um alto oficial que trabalhou no inquérito inicial Operação Paget sobre a morte de Diana.
    As duas mulheres ofereceram contas convincentes de que causaram o acidente. 
    Ex-mulher do soldado insistiu que ele tinha feito as reivindicações dois anos antes do desmembramento do seu casamento em um momento em que ele confidenciou-la com confiança total.
    Couple: Diana and Dodi pictured on CCTV at the Ritz Hotel in Paris just hours before the fatal crash

    Casal: Diana e Dodi retratados no CCTV, no Hotel Ritz, em Paris, poucas horas antes do acidente fatal
    Quando perguntado pelos oficiais por que ela não havia relatado a teoria de seu marido antes a mulher disse que tinha sido jurado segredo. 

    A mãe da mulher havia alertado as autoridades para as reivindicações em setembro de 2011, em uma carta para Polícia depois que sua filha e filho se divorciaram. 
    Ela teria também escrito ao primeiro-ministro David Cameron, o secretário de Defesa Phillip Hammond e chefe do Exército, general Sir Peter sobre o comportamento agressivo do Soldado N após a quebra de seu casamento. 

    Acredita-se estas correspondências contenham detalhes da trama. 
    Embora a mulher afirme ter recebido confirmações de Downing Street e Wall Geral, nem fez qualquer menção a Diana ou qualquer suspeita em torno de sua morte. 
    Em 2011 a policia apreendeu uma arma e munição no lar conjugal do Soldado N depois que sua mãe relatou suas tendências para o comportamento violento.  



    Last journey: Diana leaves the Ritz Hotel shortly before her death in the Paris underpass
    Ultima jornada. Diana deixa o hotel Ritz pouco antes de morrer no tunel em paris
    Diana is pictured moments before the crash which the woman claims was caused after an SAS soldier shone a light into the eyes of driver, Henri Paul (right). Diana's bodyguard Trevor Rees-Jones (left) was the accident's sole survivor
    Diana é retratada momentos antes do acidente que segundo reividicações da mulher foi causado após um brilhou uma luz nos olhos do motorista provocado por um soldado da SAS, Henri Paul (à direita). O Guarda-costas de Diana Trevor Rees-Jones (à esquerda) foi único sobrevivente do acidente
    O homem foi preso por dois anos por um tribunal militar em maio passado, depois de admitir posse ilegal de arma de fogo, mas foi libertado em julho e, posteriormente, dispensado do serviço. 
    Mais tarde, naquele mês, o homem apareceu na corte marcial por seu ex-companheiro de casa SAS, Danny Nightingale, 38, por posse ilegal de uma pistola e munição. 
    Foi durante esse tempo que as acusações sobre a morte de Diana foram reveladas. 
    Um inquérito sobre o acidente encontrou que Diana e Al Fayed morreram ilegalmente como resultado de negligência grave do motorista, Henri Paul, que disse ter bebido antes do acidente.

    O que estava fazendo na equipe MI6 Paris a noite a princesa Diana morreu?

    Agentes da inteligência russa na França tinha-se tornado suspeitos da chegada repentina de três oficiais seniores do MI6 em Paris antes da morte da princesa Diana, diz uma nova reivindicação do livro.

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    Princess Diana s death is still shrouded in mystery
    Autor Gennady Sokolov argumenta que ela foi morta em "um assassinato distintamente Inglês" contratado por espiões britânicos.

    No livro, a ser publicado em Moscou no ano que vem, ele vai dizer que o cenário mais provável é que um microchip foi plantada em seu carro permitindo que a sua direção e freios pudessem ser ativados em um sinal de um agente que se juntou aos paparazzi perseguindo-os.

    Ele afirma: "Nunca haverá documentos sobre o assunto. Nunca. Os responsáveis ​​devem ter sido liquidados. Os traços também têm sido. Algumas das testemunhas desapareceram de forma estranha ".


    Sokolov, que tem muitos contatos nos serviços secretos russos, disseram aos oficiais do MI6 que tinha chegado e ficou incógnito. "Normalmente, quando os jogadores dessa posição estão no país os serviços de inteligência de acolhimento estão conscientes sobre isso. Aqui DST (inteligência contra francês) não tinha idéia.

    "Nosso povo estava seguindo eles. Afinal, eles estavam levando rostos de inteligência britânica. O que quer que as pessoas digam sobre os nossos rapazes de Yasenevo (sede da inteligência externa russa, o SVR) que conhecem seus rivais muito bem. "

    Sokolov alegou que ele havia conhecido agentes russos que estavam envolvidos na tentativa de estabelecer o papel dos seniores agentes britânicos na França.
    A presença de figuras do MI6 era conhecida do inquérito da Policia Metropolitana sobre a morte de Diana chefiada pelo ex-comissário da Polícia Metropolitana Lord Stevens.
    Um inquérito retornou um veredicto de morte ilegal, culpando Henri Paul por dirigir embriagado de Ritz, do hote e buscado paparazzi para o acidente fatal no túnel de Alma, em agosto de 1997.

    Os serviços de segurança sempre negaram qualquer envolvimento na morte da princesa.
    Alegações de Sokolov ecoam alguns dos pontos de vista de Mohamed Al Fayed, cujo filho Dodi, namorado de Diana, também morreu no acidente. O dossiê do autor sobre a morte da princesa foi passado para o ex-proprietário Harrods antes do inquérito, embora ele nunca tido qualquer contato com o magnata, disse ele.

    Em um artigo publicado no jornal Pravda Komsoloskaya, Sokolov disse ter identificado "uma dúzia de pelo menos três absurdos" que apontam para um crime e um sofisticado encobrimento.

    "Diana tornou-se uma ameaça real para os Windsor", disse ele. "Houve um forte boato que ela estava grávida e eu acho que não era uma coincidência que seu corpo foi mumificado uma hora antes de ser enviado para Londres. Depois disso, seria impossível identificar a gravidez.

    Fonte: http://portrasmidiamundial.blogspot.com.br/2014/02/principes-william-e-harry-descobrem-que.html?spref=tw

  • A verdade sobre o colesterol: O acusado de sempre talvez não seja tão maléfico assim!


    Duas crianças que viviam com a mãe foram encontradas em situação lamentável.
    O colesterol é, tanto um lipídio (gordura) quanto um esterol. Ele percorre toda a corrente sanguínea, junto com os triglicérides e os fosfolipídios. Juntos, os três são conhecidos como uma lipoproteína. Há dois tipos de lipoproteínas - de alta densidade (HDL) e de baixa densidade (LDL). O primeiro têm uma proteína superior à proporção de gordura, enquanto o último, menor.
    Se houver excesso de gordura e colesterol no sistema, haverá muitas LDLs, e, ao invés de fornecerem o colesterol necessário, elas vão começar a depositar colesterol extra nas artérias, podendo causar aterosclerose, bloqueios coronários e ataques cardíacos.
    Uma pesquisa mostrou, repetidamente, uma ligação entre a proteína C-reativa (CRP), um "marcador de inflamação no corpo", e doenças do coração. E, embora o debate ainda esteja em aberto, muitos acreditam que a CRP possa ser um melhor indicador para o desenvolvimento de doenças cardíacas do que altos níveis de colesterol "ruim" (LDL).
    O colesterol tem sua importância. Necessário para uma variedade de funções, quase todas as células do organismo podem produzir o seu próprio colesterol. E eles se autorregulam na produção. Embora as células possam produzir o colesterol, o fígado é o maior produtor, gerando a quantidade suficiente para compartilhar com todas as partes do corpo.
    O que o corpo necessita para fazer colesterol é carbono, presente numa grande variedade de alimentos, incluindo gorduras, proteínas e hidratos de carbono. Na verdade, você pode ter uma dieta completamente livre de colesterol, e seu corpo ainda pode produzi-lo.
    O colesterol é necessário para a produção de vitamina D. A fim de transformar a luz solar em vitamina D, necessária para um sistema imunológico saudável e ossos fortes, o corpo mantém a forma de colesterol em sua pele, que absorve a radiação do sol e a converte em uma substância que faz o fígado funcionar na produção de hidroxivitamina D. Este último é, em seguida, enviado para os rins, que a convertem em vitamina D.
    Da mesma forma, os esterois de colesterol (álcoois esteróides) são elementos essenciais para a criação de hormônios sexuais humanos (que são esteroides), que incluem estrogênio, progesterona e testosterona.
    O colesterol também é necessário para formar o revestimento exterior de células, além disso, o corpo converte o colesterol em sais biliares que são secretadas na bile, posteriormente.
    A bile quebra as gorduras no trato digestivo, transformando as gorduras em tamanhos adequados para interagir com enzimas digestivas, e também ajuda o intestino delgado a absorver gorduras.
    Muitos costumam dizer que doenças cardiovasculares atingem, principalmente, pessoas com colesterol alto. Porém, de acordo com o cirurgião cardíaco, Mehmet Oz, menos da metade das pessoas que entram em hospitais com doenças cardiovasculares possuem colesterol alto.
    Da mesma forma, nem todos que possuem altos níveis de “bom colesterol” são menos propensos a ter um ataque cardíaco. Em um estudo de 2012, publicado no The Lancet, revelou-se que quando uma pessoa tem alto HDL devido à predisposição genética, não há um risco menor de um ataque cardíaco.
    Outra coisa que poucos sabem, é que a influência dos alimentos ricos em colesterol no sangue, não é tão grande quanto se pensa. As gorduras saturadas são muito piores.
    Acredita-se que o maior contribuinte para a inflamação e doenças cardíacas, seja o carboidrato com alto índice glicêmico, ou seja, que transforma açúcar em glicose no sangue. O aumento adicional da glicose estimula a inflamação, a produção de gordura e resistência à insulina, segundo pesquisa recente.
    Um estudo de 2003 analisou 4.521 homens e mulheres com idades entre 65 e 94 anos, e revelou que, em vez de o colesterol elevado ser culpado pela expectativa de vida mais curta, o baixo colesterol foi mais relacionado com isso. A morte prematura foi maior, em quem tinha níveis menores.
    Fonte: http://www.jornalciencia.com/saude/corpo/4561-a-verdade-sobre-o-colesterol-o-acusado-de-sempre-talvez-nao-seja-tao-malefico-assim
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